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GAs em Ação - Guilherme Antonio Garcia Pereira – Grupo 21: Icaraíma, Umuarama Capital da Amizade e Umuarama Despertar

Rotariano desde 2011, Guilherme foi Protocolo em 2014-15, presidente do evento Leitão à Pururuca em 2015-16 e presidente em 2017-18 do Rotary Club de Umuarama Capital da Amizade. Desde o início da quarentena, os clubes do seu grupo adaptaram a reunião presencial para a troca de conversas em Grupos criados no WhatsApp. Segundo o governador assistente, foi a alternativa encontrada de forma consensual para os trabalhos não pararem. “O Encontro Ecológico, por exemplo, um evento ambiental já consolidado em todo o distrito, teve que ser cancelado em razão da pandemia do coronavírus. O Rotary Club de Umuarama Capital da Amizade está avaliando se o evento será remarcado ainda neste ano rotário 2018-19, tudo dependerá das informações que estamos recebendo das autoridades de saúde, do que será permitido. Porém, para a segurança de todos, organização e participantes, este evento deverá acontecer na próxima gestão”, pontua Guilherme. O quadro associativo mantém-se no ritmo dentro do esperado, da meta dos 10% de expansão. “Com a visita oficial do governador Edio, o Rotary Club de Icaraíma assimilou os fundamentos rotários passados e semanas depois conseguiu aumentar o quadro associativo. É um clube pequeno, que está voltando a crescer”, avalia. Por outro lado, a venda das Ações Humanitárias foram concluídas rapidamente por este clube, que fez a tarefa de casa da venda simbólica das vacinas contra a poliomielite. Como governador assistente, Guilherme tem investido com os clubes na importância de manterem o foco na realização de projetos junto à Fundação Rotária. “Recentemente, o Rotary Club de Icaraíma em parceria com o Umuarama Capital da Amizade fez a entrega de Projeto Distrital para a Apae de Icaraíma, com equipamentos para ajudar no tratamento dos alunos”.  Larissa Nakao Comunicação Corporativa

Rotary: brasileiros se destacam no combate à Covid-19

Os membros do Rotary no Brasil vêm se destacando nas ações de combate à pandemia de coronavírus. Dos mais de 150 projetos aprovados para utilização do Fundo para Assistência em Casos de Desastres pela Fundação Rotária no mundo, o Brasil é o terceiro país com maior número de projetos aprovados até o momento, atrás apenas da Índia e dos Estados Unidos. Até o dia 20 de abril, o Brasil teve 20 projetos aprovados para utilização do fundo de desastres para a compra de equipamentos de combate à Covid-19, além de suprimentos para pessoas carentes. Com a falta de equipamentos de proteção individual (EPIs) para os profissionais de saúde nos hospitais, os projetos dos Rotary clubs se concentram na compra de materiais como luvas e máscaras cirúrgicas, face Shields (protetores faciais de plástico), materiais de higiene e outros itens necessários aos cuidados de médicos, enfermeiros e pacientes. Como destaca Mário César de Camargo, diretor do Rotary International, a pandemia mostrou a rápida capacidade de reação dos membros da organização no Brasil. “Quando surgiu a oportunidade, eles imediatamente se engajaram e, como a outorga do subsídio é na base do primeiro que chega é o primeiro que é servido, eles se colocaram bem na lista, e tiveram 20 dos 159 projetos que foram aprovados no mundo”, aponta.  Hipólito Ferreira, curador da Fundação Rotária, explica como a entidade modificou seus critérios e procedimentos para que os membros do Rotary de todo o mundo pudessem desenvolver e implementar projetos de combate à pandemia. “Quando se falava em assistência a desastres, se falava em tsunami, em excesso de chuvas, em coisas que fossem realmente destruidoras a partir do meio ambiente. E agora, a grande flexibilização foi determinar que a doença pode ser considerada também um desastre”, explica. Para possibilitar a implementação dos projetos, alguns processos foram modificados dentro da Fundação Rotária, como a dispensa da necessidade de fundos vindos de um parceiro internacional, e a possibilidade da utilização do Fundo Distrital de Utilização Controlada (FDUC) também para os projetos voltados à Covid-19. “O fundo de auxílio a desastres tem um procedimento que é praticamente aprovação default (padrão). A pessoa pediu dinheiro, ela recebe. A Fundação Rotária confia que o distrito* vá fazer uma aplicação devida desse dinheiro”, diz Mário César. “A Fundação Rotária, ao flexibilizar as regras, tornou tudo muito fácil”, avalia Hipólito. Até o momento, a Fundação Rotária já disponibilizou US$ 4 milhões para a realização de projetos de combate ao coronavírus no mundo, utilizando o Fundo para Assistência em Casos de Desastres. Cada projeto pode receber até US$25 mil para sua implementação. Com a alta cotação do dólar no Brasil, os projetos aqui realizados têm recebido uma média de R$ 127.500 cada. No total, os projetos realizados aqui com a utilização deste fundo já receberam cerca de US$ 500 mil ou R$ 2,55 milhões. Além dos projetos que utilizam o fundo de desastres, alguns distritos* também estão desenvolvendo projetos com a utilização de subsídios globais (que apoiam atividades internacionais maiores), também para a compra de EPIs, envolvendo valores de US$ 30 mil a US$ 52 mil cada. No total, a Fundação Rotária já disponibilizou mais de US$ 7,20 milhões para utilização em projetos de subsídios globais no mundo. Entre os projetos realizados no país, Mário César destaca o do distrito* 4420, que inclui a compra de oxímetros para hospitais do estado de São Paulo. O aparelho mede o nível de oxigenação na corrente sanguínea do paciente, alertando os médicos quando esse nível está abaixo do ideal. Hipólito aponta outra iniciativa de impacto, como a do distrito* 4760, que possibilita a compra de equipamentos de segurança para 26 hospitais em 22 cidades do estado de Minas Gerais, além da utilização da verba de sua conferência distrital em um projeto de subsídio global também para o combate ao coronavírus. Vale lembrar que, além das iniciativas realizadas com os fundos da Fundação Rotária, centenas de Rotary clubs de todo o Brasil têm se mobilizado diariamente com suas próprias verbas para a confecção e distribuição de equipamentos de proteção individual, cestas básicas e kits de higiene em um esforço conjunto para combater a propagação da doença do país. *Para quem não conhece a estrutura do Rotary International, regionalmente, os Rotary clubs são agrupados em distritos. Fonte: Blog Vozes do Rotary (leia a publicação original em https://rotaryblogpt.wordpress.com/2020/05/04/rotary-brasileiros-se-destacam-no-combate-a-covid-19/#more-2151)

Projeto Emergencial Covid-19

O Distrito 4630 de Rotary International, reagindo de forma imediata à pandemia do COVID19, realizou o Projeto Emergencial para atender às necessidades mais urgentes dos hospitais filantrópicos da região. Em Campo Mourão, os 6 clubes de Rotary entregaram para a Santa Casa de Misericórdia, que é responsável pelo atendimento às vítimas da COVID 19 em toda a região da CONCAM, o projeto aprovado pela Fundação Rotária.   Este projeto foi financiado pela Fundação Rotária que retornou em dobro os recursos doados pelos rotarianos e contribuídos pelas Empresas Cidadãs durante este ano rotário. O subsídio no valor de U$ 25 mil dólares foi utilizado para a compra de equipamentos para a UTI  da Santa Casa, entre os quais: 3 aparelhos de videolaringoscopia, que serão utilizados para a entubação dos pacientes, sem a necessidade do médico se expor ao aerossóis eliminados pelo paciente neste momento, dando segurança para a equipe de profissionais assistentes; Equipamento de eletrocardiograma de 12 canais, que permite fazer o eletrocardiograma na beira do leito, com segurança ao paciente e 1.000 (mil) máscaras N 95 3M, com filtro, que reduz em 99,9% o risco de contaminação dos profissionais. Esta é a primeira fase do subsídio que também já autorizou a compra de 10 camas hospitalares, motorizadas, aparelhos de desfibrilação/cardioversor, máscaras de ventilação não invasiva, circuitos CPAP nasal, oxímetros, monitores multiparâmetros e EPIs (Equipamentos de Proteção Individual), como: aventais impermeáveis, toucas, luvas, óculos de proteção e face Shields (escudos em acrílico). O custo do projeto pode ser medido pelo montante de dinheiro investido, mas o valor é infinitamente superior, uma vez que, segundo o Diretor Técnico da Santa Casa, Dr. Renato Gibim, estes equipamentos salvarão muitas vidas e isto não tem preço. Os equipamentos foram entregues no dia 07 de maio pelo presidente da Comissão da Fundação Rotária do Distrito 4630, Dr. Antonio Carlos Cardoso, junto do governador indicado 2022-23, Elói Bonkoski, representando o atual governador  Édio Martelo, e dos Presidentes dos Clubes: Marcelo Lima do R.C. Campo Mourão, Gérson Luiz Batista do R. C. Gralha Azul, Lindomar Teles de Oliveira do R. C. Verdes Campos, Itamar Zeni do R. C. Araucária, Anne Caroline de Paula Freitas do R. C. Lago Azul e Ana Cláudia Padilha do R. C. Raio de Luz, representando seus respectivos clubes.  

GT Foods: “Respeitamos acima de tudo a vida”, afirma vice-presidente

Com 28 anos de história, a GT Foods abate cerca de 600 mil frangos por dia, divididos em seus quatro frigoríficos, localizados em Maringá, Paranavaí, Terra Boa e Paraíso do Norte. Todas as plantas são habilitadas para exportação, inclusive algumas delas para os mercados mais exigentes, como a Europa e China continental. “Como nossa cadeia de produção é verticalizada, temos, além das plantas de abate, mais 22 unidades de produção, sendo elas fábricas de ração, de óleos e farinhas, incubatório, matrizeiros, granjas de recria de matrizes, etc. Todas localizadas no Paraná, gerando 9,8 mil empregos diretos e, pelo menos, mais 60 mil indiretos”, informa Carlos Eduardo de Grossi, o Cacá, vice-presidente da empresa. Granjas próprias e sistema de integração para as aves são utilizadas, permitindo que aproximadamente 600 famílias produtoras agreguem seus serviços no alojamento dos frangos, somando mais de 1000 aviários nessa cadeia. Isso impulsiona para que a GT Foods esteja presente em mais de 150 municípios do Paraná, levando desenvolvimento econômico e social de forma capilarizada. “Nossos produtos estão em mais de 100 países e em todos os estados brasileiros. Possuímos Joint in Venture fora do país para incrementar a penetração internacional, como também 8 filiais próprias de vendas no país. Além de produzirmos frango, também somos proprietários da linha de produtos Lorenz. Ela foi adquirida pelo grupo no final de 2014 e possui duas fábricas, sendo elas em Cianorte e Quatro Pontos. A Lorenz foi fundada em 1916 e tem como principal linha de produtos a Maltodextrina, Amidos Modificados, Pregel e Dextrinas”, explica Cacá.   A GT Foods, mensalmente, contribui com vários programas sociais. São mais de 20, tendo como exemplos, a Creche Menino Jesus, a Casa Assistencial Ermance Dufaux, a APAE, o Lar Espírita e Beneficente Allan Kardec de Sarandi. “Qualquer programa social originário do Rotary, já traz por definição princípios éticos, seriedade, credibilidade e, principalmente, o bem comum. Isso, por si só, já é uma contribuição enorme para que qualquer empresa, que segue os mesmos princípios, associe a sua marca à essa instituição. Entendemos ser um privilégio a GT ter, de alguma forma, uma relação com o Rotary”, destaca. A pandemia do coronavírus impactou o mercado interno quanto o externo, as negociações e vendas caíram muito. “Os motivos são desde restrições ao comércio, restaurantes fechados, food services não operando, portos congestionados pela falta de staff em liberar os contêineres para retornarem aos países exportadores, dificuldades nos créditos devida a baixa liquidez do mercado financeiro, dentre diversos outros fatores”, contextualiza Cacá. De acordo com o gestor, a GT Foods não diminuiu o volume de produção, não demitiu funcionários; ao contrário, contrataram mais de 300 colaboradores para substituir os colegas de grupo de risco, que precisam ficar em suas casas. “Quando esses colegas tiverem condições de retornarem às atividades, manteremos as novas contratações. Como existe um processo de turn over como em qualquer empresa, naturalmente esse quadro se ajustará, fazendo justiça à aqueles colaboradores que ingressaram na empresa para nos ajudar e aos que tiveram que ser afastados pelo risco da pandemia”.   Conforme Cacá, as exigências para se manter um abate são extremas em relação à higiene, limpeza e procedimentos. Todos os colaboradores já possuem como rotina a troca de roupas antes de entrar na produção. São roupas brancas, para quem opera dentro da produção, diariamente lavadas e higienizadas. EPIs como botas, toucas, luvas e máscaras, também já fazem parte dessa rotina antes mesmo do Covid-19. “O que adicionamos foi um rigoroso Plano de Contingência, protocolado e elogiado nas secretarias de saúde por onde temos operações. E, ao sermos fiscalizados, os elogios permaneceram e serviram de base para outras indústrias. Respeitamos acima de tudo a vida. Estamos dando todas as condições possíveis para que os nossos colaboradores produzam alimentos, que é um bem essencial e primordial a todos”. A GT Foods tornou-se parceira do Rotay na gestão de Alan Rogério Mincache, em 2018-19 e renovou sua participação em 2019-20, com Anníbal Bianchini. Larissa Nakao Comunicação Corporativa      

Em tempo recorde, Distrito 4630 aprova Projeto Emergencial para Covid-19

Foi aprovado pela Fundação Rotária o Projeto Emergencial solicitado pelo Distrito 4630 para atender acidentes e catástrofes. “A pandemia do novo coronavírus pode ser considerada uma situação de catástrofe, visto o tamanho do impacto causado no mundo todo. Conseguimos o montante de U$ 25.000,00, o equivalente a R$ 127.500,00 para comprar equipamentos que serão entregues para hospitais filantrópicos da região, nas cidades de Campo Mourão, Cianorte, Maringá, Paranavaí e Umuarama”, explica o governador Edio Martello. Todos os Distritos do Brasil receberam 21 projetos do Fundo de Desastre, no valor de U$ 25,000.00 cada um, totalizando U$ 525.000,00, aproximadamente R$ 2.650.000,00. Segundo o presidente da Comissão Distrital da Fundação Rotária, o médico Antonio Carlos Cardoso, que liderou a viabilização do projeto, os equipamentos a serem adquiridos ajudarão os hospitais nas demandas de atendimentos dos pacientes com Covid-19. “Em um primeiro momento iríamos comprar respiradores básicos para serem utilizados nas UTI’s, mas eles estão em falta no mercado, uma vez que o governo comprou uma grande quantidade. Diante disso, outros equipamentos tão importantes serão adquiridos para ajudar a área da saúde a lidar com os tratamentos”, explica. São eles: 5 videolaringoscópios, 5 aparelhos de Eletro Cardiograma 12 canais, 2.500 máscaras N 95 e 10 videoslaringoscópios impressos em 3D. “A videolaringoscopia ajudará a fazer a entubação com segurança para a equipe, pois com a visualização no vídeo não precisa aproximar tanto com o rosto para ver a glote”, fala Antonio Carlos. Além disso, o Distrito 4630 já recebeu a aprovação do Projeto de Subsídio Global Covid-19, no valor de U$ 105.000,00 (cerca de R$ 535.500), que foi feito em parceria com o Distrito 2982 da Índia. Conforme Antonio Carlos são previstos camas hospitalares, monitores, cardioversores, bombas de infusão de medicamentos e nutrição parenteral, EPIs como máscaras, luvas, aventais face shields, entre outros. Vale destacar a importância dos clubes entenderem que a Fundação Rotária é a ferramenta que permite ao Rotary International executar ações como esta. “A função do Rotary International é organizar os rotarianos em formatos de clubes, enquanto a Fundação Rotária faz a distribuição dos recursos e os executa por meio de projetos e ações, como o Programa Pólio Plus, os Subsídios, os Centros Rotary pela Paz, a Captação de Recursos para a Pólio, o Fundo Anual e o Fundo de Dotação”, ressalta.  Larissa Nakao Comunicação Corporativa    

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